A violência contra o trabalhador e o espetáculo através da mídia.

A violência contra o trabalhador e o espetáculo através da mídia.

Com as futuras eleições, começam as propagandas veículadas pelo jornalismo e o sistema de comunicação através da mídia provocando um espetáculo de sensacionalismo barato, envolvendo a todos os cidadãos com discursos dominantes, não como algo de imposição, mas construído, um espetáculo manipulado para ser aceito naturalmente, como opção, não como imposição.

A comunicação e a educação caminham juntas, devemos nos atentar para as verdades impostas e as espetaculares mentiras veiculadas pela mídia. Começamos por denunciar as imposições, verificar a veracidade das noticias.

A grande corrupção realizada inúmeras vezes bem diante de nossos olhos com o passar do tempo se tornam verdades que não fazem parte de nossa Constituição, são coisas não escritas, mas, está no meio do modo como entendem os nossos governantes corruptos. 

Somos parte do sistema capitalista, em nossa sociedade a informação e a comunicação são mercadorias. Mercadoria de grande valor, pois, conduz a grande massa de trabalhadores a pensar e agir como desejam a mídia informatizada.

O trabalho faz parte da vida de qualquer ser com vida. Para nos mantermos com saúde necessitamos nos alimentar, tomarmos banho, e durante toda nossa vida é assim. Mas, para tanto necessitamos vender nossa força de trabalho para nos vestirmos adequadamente e nos alimentarmos. E dessa forma nos é imputado um imposto a tudo que consumimos energia elétrica, agua, comida, vestimenta, etc..

Necessitamos olhar o abandono de nossas riquezas nas mãos de políticos que não estão preparados para assumir compromisso com o trabalhador, mas, se comprometem com banqueiros e empresários que nada tem para oferecer á grande massa trabalhadora. De certo modo estamos perto da época dos senhores feudais e seus aliados.

Haverá aumento de salário, insignificante,  o desemprego continua alto, as famílias se amontoam para enfrentar as dificuldades. A desorganização das secretarias do governo, cheias de cargos, com inúmeros gabinetes, múltiplos secretários, e com desordenamento e insubordinação com extrema revelia.

Será que esquecemos o que conquistamos através de muito esforço e união de todos trabalhadores?

O que diz nossa Constituição?

Você sabe o que houve com o governo e nossas riquezas  (Renca)?

Quem cedeu aos anseios da bancada ruralista?

E os votos vendidos?

 Como será lá no futuro?

O que mais foi vendido?

 E nosso Congresso, quem comprou? E quem vendeu?

 Com certeza nossa força de trabalho, somos nós que vamos pagar, (nós BRASIL).

O trabalho escravo é um fato concreto, a exploração do homem pelo trabalho só visa lucro para o empregador, e depende da disposição politica de um governo para ser desmascarada e receber punição.

Submeter o trabalhador ao trabalho exaustivo. Não obrigando, mas colocando através de leis que seu trabalho seja (enquanto tiver força e vida). Pois é assim que está, trabalhar para prover apenas seu sustento, pois, com seu pequeno salário não consegue manter uma família.

Vamos verificar como começou a proteção do trabalhador no Brasil.

PRIMEIRA-1919

A primeira Lei para proteção ao trabalhador surgiu aqui no Brasil em 1919-Decreto Legislativo nº 3724 de 15 de janeiro de 1919. Enquanto que na França já existia a regulamentação da lei de higiene do trabalho 1862, na Alemanha em 1865, na Inglaterra em 1802, nos estados Unidos ,mais tarde em 1921.

A proteção legal ao trabalhador no Brasil  contra acidentes e doenças do trabalho é recente e vem se arrastando ao longo dos últimos anos. A lei exige reparação apenas em caso de “moléstia contraída exclusivamente pelo exercício do trabalho, quando este for de natureza a só por si causá-la”.

SEGUNDA-1934

Em 1934 surgi a segunda Lei de Acidentes do Trabalho no Brasil-Decreto nº24.637 10 de julho. É reconhecida como acidente de trabalho a doença profissional atípica. Em 1943, o governo brasileiro apresenta à nação a CLT (Consolidação das Leis de Trabalho).

TERCEIRA- 1944

Em 1944, surge a terceira Lei de Acidente do Trabalho no Brasil, com o Decreto-Lei nº 7.036, de 10 de Novembro.
Determina que as empresas com mais de 100 funcionários devem constituir uma comissão interna para representá-los, a fim de estimular o interesse pelas questões de prevenção de acidentes. 

Em 1953, a Portaria nº 155 regulamenta a atuação das Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (CIPA), no Brasil.

QUARTA-1967

Em 1967, surge a quarta Lei  de Acidentes do Trabalho no Brasil, com o Decreto-Lei nº 293, de 28 de Fevereiro. Teve curta duração, porque foi totalmente revogada pela Lei nº 5.316, de 14 de Setembro do mesmo ano. Transferia o seguro de acidentes do trabalho do setor privado para a esfera específica da Previdência Social.

QUINTA-1967

A Lei nº 5.316, de 14 de Setembro de 1967, foi a Quinta Lei de Acidentes do Trabalho no Brasil. Restringe o conceito de doença do trabalho, excluindo as doenças degenerativas e as inerentes a grupos etários.

SEXTA-1976

Em 1976, surge a Sexta Lei de Acidentes do Trabalho no Brasil. Ficam sem proteção especial contra acidentes do trabalho o empregado doméstico e os presidiários que exercem trabalho não remunerado. Além disso, a lei identifica a doença profissional e a doença do trabalho como expressões sinônimas, equiparando-as a acidente do trabalho somente quando constantes da relação organizada pelo Ministério da Previdência e Assistência Social.