Holambra cidade turística

30/04/2021

Localizada próxima à Campinas, Holambra é muito conhecida por sua diversidade de flores e da forte influência da colonização holandesa na arquitetura e gastronomia local. O calendário de atrações da cidade está sempre bem recheado, e o principal evento é a ExpoFlora, uma festa que atrai pessoas de diversas idades interessadas nos mais belos tipos e arranjos de flores. 

Ela está localizada a apenas 30 minutos de Campinas, a 40 minutos do Aeroporto Internacional de Viracopos e a 135 km de São Paulo, via Rodovia dos Bandeirantes ou Anhanguera. 

Holambra fica apenas a 134 quilômetros da capital, então é possível passar um fim de semana simples mesmo por lá. A cidade mais holandesa do Brasil está localizada no Estado de São Paulo, bem pertinho de Campinas. Também é conhecida como cidade das flores, em virtude de ser responsável por 45% da produção de flores do Brasil.

A melhor época para visitar Holambra é agosto, setembro e outubro.

O moinho de Holambra é um marco visual que pode ser visto a quilômetros de distância por quem transita na estrada entre Santo Antônio de Posse e Artur Nogueira.Esta grande estrutura foi construída para comemorar os 60 anos da chegada dos imigrantes holandeses ao Brasil. Há quem afirma ser uma réplica, mas o fato é que estamos diante de um autêntico engenho movido pelo vento, capaz de moer grãos através de quatro pás com 12 metros de comprimento cada, gerando uma força motriz de 60 cavalos. A lamentar o fato da manutenção do local não estar em dia, impossibilitando o turista de ver o moinho trabalhar.
Porém, é possível subir ao mirante da grande estrutura projetada e erigida sob a supervisão de um arquiteto holandês, que na ocasião já contava com mais de 80 anos de idade e a experiência de já ter construído e reformado mais de 400 moinhos na Holanda. Ao escalar as estreitas e íngremes escadas, somos transportados para outra época e lugar.
Lá no alto, temos a visão parcial dos campos verdejantes de Holambra e de novos bairros que começam a surgir no entorno do pequeno centro. Vemos que a cidade não possui grandes edificações, que são predominantemente térreas e assobradadas, com poucas obras atingindo três andares. Por isso a quebra de escala provocada pelo moinho monumental nos faz pensar, por alguns momentos, a partir de outro ponto de vista.
Olhamos para baixo e vemos os carros estacionados e as pessoas caminhando. São tão pequeninos que parecem componentes de uma maquete. Nossa vista procura - mas não alcança - as fábricas, os engarrafamentos, os rios poluídos. Achamos que tudo isso é normal e de repente somos obrigados a concordar que não é.