Sintetel vai à porta das grandes operadoras no Dia Nacional de Luta

O Sintetel realizou atos na porta de algumas empresas do setor como parte do Dia Nacional de Luta das telecomunicações. Nesta terça-feira, 14 de outubro, os dirigentes do Sindicato fizeram uma manifestação na Claro, Vivo e TIM.

O ato contou com a distribuição da Carta Aberta da Federação Nacional dos Trabalhadores em Telecomunicações (Fenattel) aos trabalhadores e aos usuários de telecomunicações no Brasil. Esse movimento se repetiu em diversas empresas do setor em todo o País.

A intenção dos sindicatos foi a de alertar a sociedade com relação aos serviços prestados pelas empresas e levar a público as reivindicações dos trabalhadores do setor, que atualmente estão em Campanha Salarial. “Esse movimento foi importante para conscientizar os trabalhadores dos diferentes problemas no setor de telecom, bem como chamar a atenção para os serviços prestados à sociedade”, afirma Cristiane do Nascimento, vice-presidente do Sintetel.


Fonte: Marco Tirelli - Sintetel - 16/10/2014

Cindy Alvares - 15/10/2014

Sindicato intervém e soluciona falta de energia na AlmaViva

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O Sintetel recebeu denúncias de que a AlmaViva obrigou os  teleoperadores do site Consolação a trabalharem sem luz e ar condicionado. Os dirigentes sindicais foram à empresa em 13 de outubro - mesmo dia em que as reclamações foram recebidas - e acompanharam a solução do problema.  
 
Na ocasião, o Sindicato mobilizou os trabalhadores que, além da falta de energia, relataram diversas ocorrências de assédio moral.  Há casos em que os trabalhadores deveriam solicitar senhas aos seus supervisores para irem ao banheiro. 
 
Assédio moral
O Sintetel foi enfático e exigiu que tais práticas deixem de ocorrer definitivamente. No mesmo dia, o representante da AlmaViva se comprometeu em tomar as providências cabíveis e disse que não admitirá mais que os trabalhadores sejam hostilizados na empresa.
 
A denúncia dos constantes assédios morais na AlmaViva já foi feita ao Ministério Público e o Sindicato aguarda um posicionamento. “Esses casos são tratados de forma pontual. Porém, já enxergamos isso como um problema generalizado na empresa”, explica Fábio Oliveira, dirigente do Sintetel. “Temos que mostrar à AlmaViva que os trabalhadores devem ser respeitados e, se necessário, faremos um paralisação”, conclui. 
 
Em qualquer caso de humilhação ou represália, o Sindicato orienta o trabalhador que não se intimide e denuncie ao dirigente sindical.