Sindicato de Catanduva dá por Encerrado Impasse com o Cartão Alimentação dos Servidores

Prefeito confirmou a informação por meio da rede social sábado, Foto: Divulgação

Depois da confirmação pelo prefeito de Catanduva, Geraldo Antonio Vinholi (PSDB), de que cinco supermercados de grande e médio porte aceitaram o credenciamento com a Solucard e com isso aceitarão o cartão alimentação dos servidores públicos municipais, o sindicato da categoria deu por encerrado o impasse.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (SIMCAT), Roberto José de Souza, está descartada agora a realização de assembléia sobre o assunto. 

“Nesse primeiro momento damos a situação por resolvida. Com o aceite desses supermercados anunciados pelo prefeito a gente deixa de ter aquele prejuízo que teríamos se não pudéssemos comprar em estabelecimentos maiores, então por hora está resolvido”, explicou.

Vinholi confirmou a informação na tarde ontem, dia 26, através de rede social. “A partir das 18 horas de hoje os supermercados Maranhão, Antunes, Bugança (Solo Sagrado), Paulista (Flamingo) e Santa Rita (Nova Catanduva) passam a integrar a rede credenciada da Solucard. Tivemos uma reunião ontem (quinta-feira, dia 25) os comerciantes se sensibilizaram e atenderam ao meu pedido, passando a aceitar o Cartão Alimentação. Atingimos o nosso objetivo, tendo em vista que é de grande interesse de todos os servidores. Vamos continuar atuando junto a Solucard para beneficiar, sempre, aos trabalhadores da Prefeitura”, publicou o prefeito.

Nova reivindicação

De acordo com o presidente do sindicato, a demanda envolvendo o cartão alimentação do funcionalismo está resolvida por hora. Isso porque a categoria pretende insistir na conversão do benefício hoje pago através do cartão para pagamento em dinheiro.

“Vamos continuar trabalhando no sentido de convencer o prefeito a alterar a forma de pagamento do benefício, como sugerimos, após o vencimento desse contrato. O contrato é de um ano então temos que continuar mobilizados para que ao término desse contrato já consigamos receber o benefício em dinheiro”, afirmou.

O sindicato pleiteia, baseado em parecer jurídico do Nova Dimensão Jurídica (NDJ), que o benefício de cesta básica passe a ser pago em dinheiro, junto ao salário. Para tanto, segundo instruem os advogados do NDJ, seria necessária a edição de lei específica.



Fonte: O Regional - 29/09/2014